Translate

interesse por civilizações antigas

Minha foto
Estudante de civilizações antigas, em especial o Egito e sua arte
Mostrando postagens com marcador Hatshepsut. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hatshepsut. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 27 de março de 2020

Hatshepsut - 18ª Dinastia

A rainha Hatshepsut inaugura a 5ª geração de rainhas e princesas da 18ª dinastia.
Filha de faráo e grande sacerdotisa de Amon.
Possuía um temperamento ativo e autoritário.
Faraó do sexo feminino não precisava ter obrigatoriamente um marido,  pois pelo próprio cargo assim assumido, a faraó já tem em si o princípio masculino.

(Era uma rainha que usava uma falsa barba que representava o seu poder faraônico. Usava também um nemés, uma espécie de pano branco e vermelho, usado abaixo da coroa, um pesado peitoral, o látego (ou nekhakha), uma coroa dupla - objeto que reúnia o Alto Egito (o vale) e o Baixo Egito (o delta)








(Este é um cetro éga, em forma de báculo que, originalmente, foi um bastão de pastor, e o cetro neqaqa, o flagelo, uma espécie de praga)






(Capela Vermelha em Karnak, construída para colocar a barca portátil do deus Amon)

(Estátuas de Osíris na porta do templo)


(Falcão da Faraona - Templo de Luxor)

(Estátua em pedra)


(Múmia da rainha)

(templo funerário)







sexta-feira, 5 de julho de 2019

Rainha Ahmósis Meyret Amon: mãe de Hatshepsut

Ahmósis Meyret Amon foi a mãe de Hatshepsut. Era filha do faraó Amenófis I e neta de Ahmosis-Nefertari e Amenhotep. Casada com o faráo Tutmósis. 

A  rainha é considerada o primeiro registro de arteriosclerose coronariana na história da Medicina.

“Os antigos egípcios não entendiam a função do coração. Eles acreditavam que o órgão continha a alma. Já o cérebro teria um papel de menor valor”, conta ao Estado de Minas Gregory S. Thomas, diretor do Núcleo de Educação Cardiológica da Universidade da Califórnia em Irvine e um dos líderes do estudo em múmias.

Para a época, a maioria dos pacientes já era considerada velha na data da morte, com idade média de 45 anos.

"É extraordinário que a arteriosclerose, causa de doenças cardíacas e vasculares, fosse comum no Egito Antigo. Eles não tinham tabaco, eram adeptos de uma dieta orgânica com menos carne e gordura do que ingerimos agora, sem gordura trans, e possivelmente eram muito mais ativos do que nós, pois não tinham carros nem eletricidade”, acrescenta Gregory Thomas. "Assim, o nível de fatores de riscos clássicos para a condição era baixo. O fato de encontrarmos a doença nas múmias sugere que há outro fator de risco para doenças coronarianas, que ainda desconhecemos", diz.

A múmia foi uma das 50 encontradas perto de Deir el-Bahri, próximo a Necrópole de Tebas, juntamente com vários membros da família. No local, arqueólogos também descobriram sarcófagos de grandes faraós do Novo Império, incluindo o famoso Ramsés.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Hicsos, reis pastores

A nordeste do delta do rio Nilo a fronteira do Egito apresentava-se muito frágil. Revelando-se assim uma via de invasão natural para as populações nômades.
Amés Nefertari, Hatchepsut e Tiyi trabalharam ardualmente para defender o país destas terríveis invasões que se instalaram e controlaram a própria Mênfis.
A data precisa da invasão dos hicsos permanece indefinida... provavelmente de 1785 a 1570 a.C.
Os próprios hicsos conformaram-se com os títulos faraônicos, como se desejassem serem admitidos pela própria população.
Os reis pastores hicsos vieram da Fenícia. E foram 6 ao total:
- Shemuqenu
- Aperanati
(estes dois não reconhecidos com título de hicsos)
- Sekerher
- Khayan
- Apophis (reinando por mais de 40 anos)
- Khamudi

(faraó hicso Khayan)




segunda-feira, 7 de maio de 2018

Faraó Mentuhotep II (ou Montuhotep)

Montuhotep, ou, "O Deus está satisfeito".

Faraó creditado pela reunificação do Egito após a turbulência que ocorreu no primeiro período com diversos soberanos reinando ao mesmo tempo em Tebas, na 10ª Dinastia. A capital do Egito passa a ser Tebas.

Mentuhotep é o faraó da 11ª Dinastia e fundador do Reino Médio.

Construiu inúmeros templos e obras em Dendera, Abidos, Assuã, Núbia, Karnank etc.

O seu complexo funerário e de suas seis esposas, está localizado em Deir el-Bahari, local este que séculos depois a rainha Hatshepsut inspirou-se e construiu o seu templo funerário.

Sua esposa principal era Tem, mãe de Imhotep III. Outras esposas, pode-se citar: Neferu II e Kawit, sacerdotisa da deusa Hathor.



(templo funerário)

             (complexo em Deir el Bahari. Ao lado do Complexo Funerário de Hatshepsut)





Reinou por 51 anos.









quinta-feira, 1 de março de 2018

Necrópolis de Deir el Bahari

Deir el Bahri ou Bahari. É um grande complexo funerário. Situa-se do lado oposto à cidade de Luxor. 

Contém templos funerários de Mentuhotep II (12ª Dinastia), Tutmósis, Amenófis I e Hatchepsut (estes três da 18ª Dinastia). Tutmósis ou Tutmés era esposo de Hatchepsut.

Se vêem maravilhosos baixos-relevos no templo de Hatchepsut, em que o deus Amon, o grande deus de Tebas, ligado a força de Ra, vem penetrar a bela rainha e esposa de Tutmósis I: Ahmósis, esta que dá à luz a Hatshepsut, que segundo os desenhos do templo, representa o equilíbrio sutil entre a natureza, os homens e seus deuses. Curiosamente, este templo não guardou seu corpo.

O templo foi profanado e depois reutilizado. Seus terraços foram utilizados para cultos pagãos e cristãos.

Hastshepsut é considerada uma das esposas do deus Amon.

Os templos funerários serviam para aguardar o retorno da alma dos faraós após sua morte e também para celebrar a chegada do faraó ao reinado. Eram construídos ao lado ou próximo as sepulturas reais. 




1. Primeiro terraço
2. Segundo terraço
3. Pórtico Norte
4. Pórtico Oeste
5. Capela de Anúbis
6. Capela de Hator
7. Terceiro terraço
8. Capela de Ra-Horajty (outra forma de culto dada a Ra)
9. Capela funerária de Tutmósis
10. Câmara de oferendas de Hatshepsut
11. Santuario


(deus Rá)



(fonte: Youtube. Disponível em <https://youtu.be/dmAyyrDw_94>acesso em 03.2018)


(fonte: Youtube. Disponível em <https://youtu.be/9F0Tf9oo_iI>acesso em 03.2018)

Templo Mortuário de Mentuhotep II:
(fonte: Youtube. Disponível em <https://youtu.be/k6-6l3nlANI>acesso em 03.2018)

segunda-feira, 27 de março de 2017

Therion: The Wondrous World of Punt (País de Punt)

Nas paredes do templo Deir-el-Bahari (faraó Hatshepsut) há uma longa sequência de baixos-relevos sobre um país misterioso chamado Punt.
Refere-se a uma terra distante na África situada no sul do Sudão. E até hoje não identificada.
Desta região eram obtidos vários produtos, como o marfim, ouro, mirra, ébano, plumas, animais exóticos e perfumes. Cavalos eram obtidos da Ásia. Vasos preciosos com formas delicadas de Creta.

Abaixo um texto escrito pelo oficial Henenu. Época de Mentuhetep III: "[...] O tesoureiro do rei do Baixo Egito [...] Henenu disse: Meu senhor me mandou ir com grandes barcos a Punt, para trazer-lhe incenso fresco dos grandes governantes do deserto [...] eu saí de Coptos seguindo o caminho ordenado por sua majestade [...] Me coloquei no caminho com um exército de 3000 homens [...] trouxe pedras de qualidade para as estátuas das capelas do deus "



Banda sueca Therion. Música:  The Wondrous World of Punt. Álbum: Sirius B. Ano 2004.

"Inside the land of Punt
Rivers of gold and scented lakes
Beyond the desert dunes
Eye of the sun is hot and carving
Have we been led astray?
Punt is a world of unseen bliss
But can we trust the eyes?"

"Dentro da terra de Punt
rios de ouro e lagos perfumadas
[...]
Punt é um mundo de felicidade invisível
Mas podemos confiar nos olhos ?"

(fonte: Youtube. Disponível em <https:/https://youtu.be/vVj_JYBuILk> acesso em 27.03.2013)

segunda-feira, 18 de julho de 2011