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interesse por civilizações antigas

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Estudante de civilizações antigas, em especial o Egito e sua arte
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domingo, 14 de julho de 2019

A Pintura no Antigo Egito

A pintura no Egito foi sobretudo simbólica, funerária e religiosa.

Utilizava-se a  técnica de dissolver pigmentos naturais extraídos de terra de diferentes cores, mesclando com clara de ovo e dissolvendo em água para poder aplicar sobre os muros, que por sua vez, eram vestidos com uma capa de gesso seco.

Também utilizavam esmalte em jóias, azulejos e muros.

As cores das tintas eram sempre vivas. O negro vinha do carvão, o branco da cal e gesso, o amarelo e o vermelho do deserto, o verde da malaquita e o azul do lápis lazúli.

A pintura era mais barata que os relevos e a escultura por isso foi utilizada pelos civis.

O azul representava o Nilo, o céu, a água.

O verde como simbolo da fecundidade e vegetação.

O branco como fundo dos desenhos.

O vermelho para as coroas e para o deserto.




fonte: Baseado em  <https://youtu.be/rQKXYnp96RU>acesso em 05.2018

A pedra lápis lazúli muito utilizada também como adorno. Considerada como uma pedra de grande poder espiritual.














sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Mohamed Salah Ghaly

Salah é um futebolista egípcio.

Atua como atacante jogando pelo Liverpool.

Nasceu em Garbia, Egito em 15/06/1992.

Integrou também outros Clubes como Chelsea, Fiorentina, Roma, entre outros.


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Titulatura faraônica


Através da crença de que o faraó seja filho do Deus Sol, a ideia passa a refletir na sua titulatura, uma nomenclatura adotada pelos reis. Os reis não são mais enterrados em mastabas mas em pirâmides.

Titulatura faraônica com os respectivos símbolos:

1º título: "Rei do alto e Baixo Egito"

2º título: "Duas Senhoras" (que corresponde a deusa serpente Uadjit e  a deusa abutre Nekhbet)
Último título: "El Aparecer" Hijo de Re (filho do Sol)

O faraó Ramsés II, da dinastia 19, possuía 5 títulos:
- Hórus, o touro poderoso, amado de Maat
- Dos Señoras, aquele que protege o Egito e submete os estrangeiros
- Hórus de Ouro, rico em amor e grande em vitórias
- Rei do Alto e Baixo Egito, Usermaatre, poderoso em justiça e Setepenre, escolhido de Rá.
 

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Bennu, a ave primordial

Bennu, do verbo ueben, significa erguer, brilhar. Bennu é uma garça real, a ave primordial que portava na cabeça a coroa branca do alto Egito. E a primeira coisa que emergiu das águas de Nun  é a colina primordial ou Ben Ben.
O centro de culto da ave primordial localizava-se em Heliópolis, considerado o maior centro de adoração ao deus Ra no antigo Egito.
Bennu representava o ba ou alma do deus solar Ra, e surge após a criação do  mundo.
Segundo um mito egípcio a ave grasnou no princípio dos tempos, voou até a Colina Primordial e se elevou em direção aos céus.
Considerada uma das formas mais primitivas do deus supremo Ra e comparada a Fênix da mitologia grega.
A pirâmide reproduz a Colina Primordial.

 (pirâmides na necrópole de Abusir, no primeiro plano e pirâmides de Gizé em segundo plano)








sábado, 13 de maio de 2017

Estações do Ano

O ano egípcio estava dividido em apenas três estações. Cada estação contendo 4 meses:

AKHET considerada a estação da inundação do Rio Nilo. Ocorria no final do mês de julho até início do mês de novembro.

PERET considerada a estação de arar e semear. Ocorria no final do mês de novembro até o início do mês de março.

SHEMOU considerada a estação de germinar e das colheitas. Ocorria no final do mês de março até o início do mês de julho.




sábado, 22 de abril de 2017

Cultura no Antigo Egito

O antigo Egito é marcado pelas conquistas e batalhas, à vida religiosa e mística e ao desenvolvimento de várias ciências, como: Matemática, Física, Astronomia, Arquitetura.
Seu povo viveu numa era marcada por riqueza, ostentação e religiosidade.
Sua cultura era pragmática. O comportamento, a produção intelectual e artística foram determinados por sua utilidade. Realizaram obras que possuíam serventia.
O rio Nilo conferiu aos egípcios e à sua cultura, características fundamentais, como estabilidade, permanência e isolamento.
Ao contrário do que muitos imaginam, o povo egípcio adorava a vida e  queria que ela continuasse e acreditavam que o melhor lugar para se viver é na Terra.

sábado, 15 de abril de 2017

Reino ou Império?

Qual o termo correto ? São diferentes?

Espanhóis, ingleses, italianos: utilizam o termo REINO

Franceses, alemães: utilizam o termo IMPÉRIO


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Festas e Festivais

Festa de Opet (onde celebrava-se a união eterna entre o vale fecundo do Nilo e seus deuses protetores).

Festa do Vale (onde a estátua de Amon era carregada através do Nilo).

Existem muitas outras festas ainda que marcam a chegada das cheias, a saída das estátuas dos deuses em gigantescos cortejos repletos de cânticos e de música.

Em todos os templos egípcios, havia sempre ao fundo, um lugar onde ficava uma estátua do respectivo deus. Essa figura de simbologia só saía do local em dias de festa. Com o máximo de zelo e respeito.

A Festa de Opet durava quase um mês. Uma grande multidão aclamava a grande nau da estátua de Amon. Que é levada em procissão de Karnak ao Templo de Luxor.

Para assistir as Festas de Bubastis os egipcios abandonavam com entusiasmo suas ocupações, subiam nos barcos, as mulheres tocavam seus crótalos, homens com flautas. Dançavam muito, bebiam mais que costume. 

(crótalos)

Em cada cidade havia a obrigação de festejar ao menos uma vez por ano o deus que era seu mestre e protetor.

Festival de Sed comemorava-se no  ano 30 do reinado de um faraó, ao mesmo tempo que comemora-se o seu rejuvenescimento para manter-se renovado.



domingo, 19 de março de 2017

Vasos canopos

A decomposição dos corpos começa pelas vísceras.

Os egípcios, por este motivo, as guardavam em canopos, e estes eram sepultados juntos à tumba. 

As tampas dos canopos com cabeça de:

- Ísis (Guardavam o fígado); 
- Hápi (cabeça de babuíno. Guardavam o  pulmão); 
- Anúbis (cabeça de chacal. Guardavam o estômago); 
- Quebesenuf (cabeça de falcão. Guardavam o intestino). 







quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Embajada de México en Egipto



fonte: Facebook. @embamexegipto. Disponível em: <https://www.facebook.com/embamexegipto/> acesso fev.2017.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Práticas Esotéricas

Na entrada da cidade de Delfos na Grécia, um pórtico advertia: "(...) Tu que desejas sondar os mistérios da natureza! (...) se não encontras dentro de ti mesmo o que procuras, tampouco poderás encontrar fora (...) "

A leitura do Tarot surgiu entre os séculos X e XI, na Índia ou na Pérsia, onde eram utilizados, desde que Alexandre, o Grande, invadiu o Egito e levou consigo sacerdotes e sábios.

(Alexandre, o Grande)





São em número de 22, os arcanos maiores do Tarot e 22 é um número importante e mágico, aparecendo em ritos e monumentos no Antigo Egito.

Comenta-se que a palavra Tarot originou-se dos nomes dos deuses: Ptah e Thot. E cada carta refere-se a um deus específico. Alguns exemplos:

- El Loco, representa o deus Khons
- El Mago, representa o deus Thot
- La Sacerdotiza, representa a deusa Isis, Is-sis
- La emperatriz, representa a deusa Mut, deusa mãe por excelência
- El emperador, representa o deus Amon
- Los enamorados, representa Khumlas
- La fuerza, representa Sekhmet, poder e força
- Ermitão, representa o deus Ptah
- Roda da fortuna, representa Khepri
- La justicia, representa a deusa Maat
- Anubis, representa a imortalidade
- Diablo, Pasión, representa Seth
- Estrella, representa a deusa Hathor, vaca, que com seu leite alimenta a todos
- La inspiración, representa o deus sol Rá e seus filhos gêmeos: Shu e Tefnut, ar e fogo
- La ressurrección, representa Osíris

O Egito é o berço da civilização ocidental, do misticismo e de suas manifestações. As práticas esotéricas sugiram também com os etíopes (os chamados "faraós negros", que receberam esta nomenclatura após invasão do país). 

Baseado em: Bacaro, Gilberto L. Kabballah Egípcia. Editora Ísis.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Influência do Egito no mundo de hoje

Vejam o que herdamos: Jogos de bolinhas de gude; Cadeiras de quatro pernas; Papel; Carimbo; Jogo de amarelinha; Contos como Cinderela e Simbad, o Marujo; Cerveja; Calendário; Definição das estações do ano; Conceitos de verdade, equilíbrio, justiça, imortalidade da alma, punições para quem não cumprisse o que Deus ordena; Estrutura do Estado, clero e Exército; Astronomia; Festa de aniversário; Dança do ventre; Dízimo (usado há 1500 anos antes de Moisés para que os templos tivessem a sua própria renda e se desvinculasse do faraó).


Comenta-se que o hábito de sepultar os mortos é egípcio e fora assimilado pelos hebreus. Na época da escravidão os egípcios não permitiam que os escravos fossem sepultados em terreno egípcio. Eram então lançados no deserto para que abutres e chacais deles se alimentassem. Era uma forma de desonrá-los e fazê-los desaparecer (em definitivo) sua personalidade.

O senet era um jogo recreativo mas se misturou com o culto funerário. As pessoas sentiam a necessidade de praticá-lo antes de morrer. O jogo foi incorporado no capítulo 17 do Livro dos Mortos. 

 (senet)





sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Tyet (ou Nó de Ísis)

Este amuleto se assemelha com a cruz ankh e com um nó usado pelos egípcios para proteger suas roupas.

Frequentemente era usado como um amuleto funerário. De cor vermelha em pedra ou em vidro.

Especula-se que este amuleto representa o fluxo de sangue menstrual do útero de Ísis.

" Você possui o seu sangue, Ísis, você possui o seu poder, Ísis, que possui a sua magia, Ísis "Dizia o livro dos Mortos ...


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Hábitos egípcios

Os egipcios davam um beijo com o nariz e não com os lábios.

Tinham o hábito de tudo registrar.

Eram muito asseados, cuidavam do corpo, roupa e casa. Lavavam-se pela manhã e antes e depois das refeições.

Para maquiar os olhos, usavam pó verde (malaquita) e pó negro (galena), óleo de rícino nos cabelos, pulseiras nos punhos, anéis nos dedos, gargantilha na nuca.

Levantavam ao por do sol e deitavam-se cedo com exceção dos sacerdotes e dos guardiões do templo.

O egipicio médio vestia-se com simplicidade. Veste uma túnica branca de linho que vai até o chão. Com mangas compridas ou curtas. Ou uma túnica curta com saiote branco.

O linho transparente é sinal de riqueza.

O homem com um manto mas de peruca é um sacerdote sem, ou, funerário.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Culto do Ka

O culto fúnebre do Ka faz a múmia recuperar seus poderes e a protege do mal.

O Ka refere-se ao princípio extra físico, imaterial, invisível, o anima. O conceito mais próximo para entender o que é ka, seria o do conceito cristão, alma. Mas não se limita a isso.

O Ka assegura a sobrevivência das pessoas no plano físico e também a existência no outro plano, sua vida eterna.

Não confundir com o termo Ba que contém outro significado. É um elemento que torna a pessoa única, que a difere dos demais, que contém sua essência.

Abaixo segue um vídeo sobre os ritos funerários:

(fonte: YOUTUBE: <https://youtu.be/BfKCNiHDOO8> acesso em 27.10.2016 as 09:12)

O culto se celebrava levando vasilhas com alimentos junto ao túmulo. Palavras de evocação acompanhavam o ritual como: "Levanta e come esses alimentos que te oferecemos". 



segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Papel da mulher no Egito

No Egito, a mulher não era considerada  fonte de nenhum mal e nem deturpadora do conhecimento.

Toda mulher era considerada importante na sociedade egipcia, mesmo as mulheres comuns.

Era a mulher que enfrentava as piores provações e seu lado espiritual era muito valorizado. Além de alcançar postos elevados e com os mesmos direitos que o homem.

Era bastante comum ver meninas de 12 anos casadas com homens de 30 anos ou mais velhos. E podiam se divorciar se acaso quisessem.

As mulheres eram poupadas de trabalhos muito árduos nas primeiras dinastias. E também não participavam das diversões muito prazerosas como a dos homens da sua época. Ou seja. Não apareciam muito.

Já no próximo império, o erotismo ganha mais destaque nas pinturas, esculturas, mostrando que a sociedade foi evoluindo e valorizando mais o sexo como forma de melhor viver.

Não existia o termo feminino para faraó que seria farani em português. E não existia o termo rainha no Egito mas "grande esposa real ". [utilizo o termo rainha várias vezes ao longo dos textos deste blog]

Poucas eram as escribas femininas. Quase todas eram analfabetas.

Interessante poesia encontrada:
O Amor
"Que teu braço cubra o meu braço
E meu amor te cumule
Eu confio ao meu coração
Um desejo de amante:
Que eu possa tê-lo esta noite por esposo !
Sem ele sou apenas um ente na tumba,
Pois não és a saúde e a vida?"
(poesia encontrada em escavações)



O casamento dos faraós servia para unir reinos, gerar prole e furtuna. Geralmente o relacionamento com a segunda esposa é que era baseada no amor.

A mulher e o homem tinham o direito de pedir divórcio. Quanto a adultério a mulher poderia  ter membros decepados como nariz por exemplo.

Era comum as pessoas apelarem para magias para obterem sucesso em qualquer questão.


Texto baseado no vídeo: YOUTUBE. Disponível em <https://youtu.be/WMcE7EPCFKk> acesso em 08.11.16





terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O início da civilização egípcia



(fonte: Youtube. Disponível em: <https://youtu.be/z5_8TPrm4Hw> acesso em 23.11.16)

A civilização egípcia foi a que mais tempo existiu entre todas as demais.Desde o começo da Primeira Dinastia em 3110 a.C. até o ínício do Cristianismo, perto do fim do período romano (30a.C a 324 d.C) passaram-se 3400 anos. Daí para os dias atuais....




(é um vídeo muito interessante !!!!!!!!)

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ba (essência do homem)

Representado por um pássaro de cabeça humana. É a essência do homem.
Não confundir com Ka.
O Ba flutua em torno da tumba durante o dia.
Já o Ka retorna a abóbada celeste.

Recomendações aos sacerdotes

Não seja dominado pelo desejo e sim pela sabedoria.

Por mais sábio que o homem deseje ser, ele não passa de uma criatura dos deuses.

Há coisas que só os deuses tem o direito de saber.

Os sacerdotes juram aos deuses jamais compartilhar o que sabem a outras pessoas.